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Vídeo mostra entrevista com uma criança psicopata que assustou o mundo há 23 anos.


Psicopatia ou sociopatia é a designação atribuída para um indivíduo com um padrão comportamental e/ou traço de personalidade, caracterizada em parte por um comportamento antissocial, diminuição da capacidade de empatia/remorso e baixo controle comportamental ou, por outro, pela pertença de uma atitude de dominância desmedida.

Quando Elizabeth Thomas (Beth) tinha 1 ano quando a mãe faleceu no parto de seu irmão. Os dois ficaram sob a guarda do pai, que passou os meses seguintes abusando sexualmente da menina. Os irmãos foram retirados do pai e adotados por um casal. Mas Beth começou a exibir um comportamento estranho. Ela começou a molestar, agredir e a tentar matar o irmão, bem como animais de estimação da casa, e os próprios pais adotivos.

A situação se agravou quando algumas facas da casa começaram a sumir e, por medo, os pais começaram a trancar a pronta do quarto da menina durante a noite. Elizabeth Thomas era incapaz de se relacionar com qualquer ser humano e/ou criar laços de afeto, de sentir ou receber amor, além de uma completa falta de empatia, uma vez que ela era capaz de ferir ou matar outros seres vivos sem ressentimentos.

Este vídeo é parte de um documentário exibido pelo HBO em 1992, chamado “Child of Rage” – A Ira de um Anjo e beth tinha 9 anos de idade. Na época do documentário, Beth foi diagnosticada como psicopata, no entanto, mais tarde, um especialista a diagnosticou como vítima de “Transtorno de Apego Reativo”. Trata-se de um transtorno psicológico caracterizado por grande dificuldade em formar vínculos sociais saudáveis. Pode ser tanto inibição excessivamente inibidas, se esquivando e fugindo dos cuidadores ou familiaridade excessiva com desconhecidos ou não formar vínculos de apego com os responsáveis. Contudo, alguns especialistas ainda tratam este episódio como Psicopatia Infantil.



Onde está Beth agora?
Elizabeth Thomas, 23 anos depois do documentário fez terapia e se livrou do seu passado perturbador. Trabalha com mãe em uma empresa que ajuda crianças com problemas a fazerem terapia. Ela continua sendo acompanhada por um profissional fazendo terapia e toma antidepressivos.


Sobre o ENEM: Psicólogo alerta e dá dicas para evitar o estresse.


O estresse é uma das reações mais comuns para os estudantes que irão fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As pressões externa, emocional ou física são monstros enfrentados para que irá prestar a prova que é o passaporte para a universidade. Para este período de preparação, o Portal Infonet entrevistou o psicólogo e autor do livro "O Estresse da Escolha Profissional em Estudantes", Luiz Ricardo Vieira Gonzaga, que fala sobre os desafios na escolha da carreira e dá dicas de como evitar o estresse antes da prova.





Luiz Ricardo Vieira Gonzaga fala sobre os
desafios na escolha da carreira e dá dicas de
como evitar o estresse antes da prova.
(Foto: Divulgação)

Segundo o psicólogo, a pressão dos pais pode ser um dos grandes vilões na reta final dos estudos, para aqueles que estão em busca de uma vaga na universidade. De acordo com a pesquisa feita pelo psicólogo, foram identificados casos de estudantes angustiados, com alto nível de estresse. Dos 36 alunos pesquisados, 70% apresentaram os sintomas. "Os estudantes enfrentam exigência de se fazer a escolha profissional muito cedo, existe pressão dos pais, do cursinho, além da competição. Outro fato importante são os questionamentos comuns de que grupo ele irá pertencer", analisa.


Jornalista Izabela Portella confundiu
questões da prova por causa do nervosismo.
O estresse é uma das 
reações mais comuns para os estudantes que irão fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As pressões externa, emocional ou física são monstros enfrentados para que irá prestar a prova que é o passaporte para a universidade. Para este período de preparação, o Portal Infonet entrevistou o psicólogo e autor do livro "O Estresse da Escolha Profissional em Estudantes", Luiz Ricardo Vieira Gonzaga, que fala sobre os desafios na escolha da carreira e dá dicas de como evitar o estresse antes da prova.

Segundo o psicólogo, a pressão dos pais pode ser um dos grandes vilões na reta final dos estudos, para aqueles que estão em busca de uma vaga na universidade. De acordo com a pesquisa feita pelo psicólogo, foram identificados casos de estudantes angustiados, com alto nível de estresse. Dos 36 alunos pesquisados, 70% apresentaram os sintomas. "Os estudantes enfrentam exigência de se fazer a escolha profissional muito cedo, existe pressão dos pais, do cursinho, além da competição. Outro fato importante são os questionamentos comuns de que grupo ele irá pertencer", analisa.

A jornalista Izabela Portella prestou vestibulars há cinco anos. Seu objetivo era ingressar na Universidade federal de Sergipe (UFS), mas toda a preparação que poderia garantir uma vaga na universidade caiu por terra quando uma amiga ansiosa a deixou nervosa antes da avaliação. “Eu fazia simulações e estava cotada para passar nos primeiros colocados, só que eu cheguei uma hora antes no local da prova e encontrei algumas amigas. Uma delas estava muito ansiosa e absorvi esse nervosismo. O resultado disso foi que troquei as repostas de matemática pelas de química, zerei a prova e perdi o vestibular”. Conta a jornalista, ao completar que prestou o vestibular para uma faculdade particular e por não se sentir pressionada, passou em boa colocação.

Daniele Custódio tem 18 anos e vai fazer e que cursar pedagogia. A estudante vai fazer a prova pela segunda vez. “Eu estrou tranquila e não me sinto pressionada. Espero fazer uma boa prova e garantir a minha vaga na universidade”, almeja.

Prova

O autor explica que os estudantes têm três fases no dia da prova. “A prova tem três momentos: antes, durante e depois da prova. São nesses momentos que os alunos acabam falhando. O antes: porque tem uma crença antecipatória de fracasso. Durante: porque pega as questões mais difíceis e não consegue sair daquele ciclo que vai se retroalimentando de forma negativa. Depois: quando acabam tendo uma situação de esquivo e fuga durante a avaliação”, explica.

Escolhas

Gonzaga diz também que o estudante não deve ficar ansioso por causa da escolha. Não deve deixar, inclusive, que familiares, os pais, amigos e até a mídia, influenciem na escolha. A escolha certa evita o fracasso e a evasão escolar. “É sempre bom pensar na escolha como uma perspectiva e não como o fim, porque a gente pensa que a escolha é um começo. Até o momento da nossa velhice, a gente tem que fazer várias escolhas sobre o que fazer na aposentadoria, sobre carreira e outras escolhas que aparecem ao logo de nossas vidas”, entende.

Orientações

Para o psicólogo, existem dicas e orientações que evitam a ansiedade pelo dia da prova e ajuda os alunos a sentirem aptos para a realização das provas.

Dicas e macetes

Exercício mental antes da prova

“Visualizar em perspectiva como o aluno se vê no dia da prova. Para evitar o famoso branco, é bom que o aluno se imagine naquele momento da prova, como ele se projeta para a sala. Exemplo: imaginar fazendo uma prova tranquila tendo seus recursos ao lado, como água e chocolate, se auto afirmando como uma pessoa que estudou e é capaz.”

Influências externas

“Chegar 10 minutos antes da prova, porque pode ser uma variável que pode influenciar, uma vez que ao chegar cedo pode encontrar amigos ansiosos e o aluno acaba absorvendo esse contexto. Então ele deve criar uma situação favorável para si”.

Relaxamento

“Utilizar técnicas de relaxamento, como a respiração, ajuda na autoregulação. Se respirar com ansiedade o organismo entende como sendo um momento de ameaça, por isso é importante que o estudante se mantenha calmo e respire com tranquilidade.”

Alimentos

“Um dia antes deve se evitar alimentos e bebidas estimulantes, como a cafeína, pois são alimentos que influenciam no organismo.”

Depois da prova
“Criar uma situação, trabalhar a questão da perspectiva de como o aluno se viu depois da avaliação e não se imaginar de forma negativa. Tentar aproveitar o momento e durante o dia do resultado se vê também na perspectiva de um momento positivo.”

Fonte: Infonet
Por: Eliene Andrade

Seus pais o deixaram por ter síndrome de Down. Veja a declaração que sua irmã adotiva fez para ele.

Essa garotinha ama seu irmão. Ele foi adotado na Bulgária e ela o adora de paixão!

O pequeno nasceu com Síndrome de Down e sua mãe desistiu dele logo em seus primeiros meses de vida.

A história, que poderia ser triste, ganha contornos felizes quando Archie foi adotado e ganhou essa linda irmãzinha.



Eles adoram fazer as coisas juntos, como brincar e passear. Seja para ir no parque, nadar ou jogar, ela não vê diferença entre seu irmão e o restante das outras crianças.

Veja no vídeo o recado que ela tem a dar a ele. É de derreter corações!


Psicologia e Surdez: demandas de um mundo do silêncio.

Você já imaginou como é o atendimento psicoterapeutico para as pessoas surdas?



A atenção Psicológica consiste numa prática (ou um conjunto delas) que tem como objetivo final promover a saúde das pessoas, e uma ferramenta fundamental para que este processo ocorra é a comunicação. Então, você já imaginou quais os desafios enfrentados pelas pessoas surdas, que têm a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como principal meio de comunicação, quando necessitam de atenção Psicológica?

O fato de muitos surdos não se expressarem verbalmente através da língua oral padrão não significa que não possuam demandas psicológicas. Ao contrário, são constituídos sujeitos através da sua língua e possuem subjetividade como qualquer outra pessoa. No entanto, existe uma carência muito grande de profissionais qualificados para atender a essa população.

A LIBRAS é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas do Brasil, instituída pela Lei 10.436 de 2002. Mas ainda falta muito para que a sua difusão, inclusão e adequação nas grades curriculares de diversos cursos de graduação, sobretudo da área da saúde, sejam efetivados, gerando, assim, mudanças na qualidade da atenção à pessoa surda.


Uma das alternativas possíveis, no caso da atenção psicológica, é a intermediação da consulta (atendimento) por um intérprete da LIBRAS, o que, muitas vezes, pode produzir implicações éticas, visto que é essencial a manutenção do sigilo na relação psicólogo – paciente, previsto pelo Código de Ética do Profissional do Psicólogo. Além do mais, a inserção de um terceiro nessa relação pode influenciar e, muitas vezes, inibir o processo da atenção psicológica.

Mesmo diante dos avanços na sociedade e no reconhecimento de direitos das pessoas com deficiência, existe uma lacuna referente ao acesso do surdo ao psicólogo, além da escassez de modelos alternativos de atendimento a pessoas surdas, qualificação de profissionais e reconhecimento da Cultura e Identidade Surdas como legítimas em nossa sociedade. O modelo médico clínico ainda se apresenta como predominante, buscando oferecer a “cura” da surdez para a inserção do surdo na sociedade ouvinte, desconsiderando o potencial e desenvolvimento da pessoa surda através do uso da LIBRAS.

Apesar das conquistas e do reconhecimento de direitos das pessoas com deficiência e das medidas de inclusão social dos surdos, é notável a ausência de informação, pesquisas e documentos acerca de temas relacionados à atenção psicológica na área da surdez. Cabe uma reflexão, principalmente no campo da psi, sobre o quanto se pode contribuir e fomentar discussões acerca de um tema tão cotidiano quanto marginalizado, muitas vezes, por quem deveria acolher a dor do outro, a dor de não se comunicar e não ser “escutado”. 

Surdos, ouvintes, psicólogos e toda a sociedade: vamos conversar sobre isso?


Esta comunicação tem o caráter de divulgação acadêmica e compromisso social, e deriva do trabalho de conclusão de curso do discente Álon Mauricio da Silva e Silva, intitulado ‘Políticas Públicas e desafios na Atenção Psicológica a surdos utilizadores da LIBRAS em Salvador’, orientado pela docente Maria Beatriz Barreto do Carmo.

20 coisas que as pessoas que odeiam acordar cedo sabem que são verdades.

1. Você toma banho na noite anterior só para poder ficar 15 minutos a mais na cama.20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

Cada minuto a mais de sono pela manhã é valioso e precioso.

2. Você também escolhe o que irá vestir na noite anterior…

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Ninguém tem tempo para tomar decisões logo cedo pela manhã.

3. …assim como preparar seu café da manhã. Preparação = mais zzzz’s

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

4. Você pula o café da manhã com frequência para poder dormir mais um pouco.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Tomar café um pouco mais tarde conta como café da manhã, certo?

5. Suas manhãs envolvem apertar o botão soneca do despertador repetitivamente.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Qualquer coisa para para adiar o ato de se levantar.

6. E assim que o alarme dispara, as primeiras frases que você profere contém todas palavrões.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

7. Sua vida se resume a conseguir bater um novo recorde no tempo em que você leva para se arrumar.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Obviamente para que assim você possa usar o resto do tempo para coisas mais importantes. Como dormir.

8. Você não é capaz de montar frases coerentes antes das 9 da manhã.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

9. Na verdade, você evita todo tipo de conversas/pessoas antes das 9.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

10. Você luta consigo mesmo todas as manhãs no transporte público.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Como tentar não cair no sono antes da sua parada.

11. E com mais frequência do que nunca, você está atrasado para o trabalho.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

12. Você fica super confuso quando as pessoas elogiam o quão incrível foi o nascer do sol.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

13. O que é nascer do sol?

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

14. Será que eles sabem que o pôr do sol é na verdade bem melhor?

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Porque é uma hora bem mais aceitável para se estar acordado.

15. Você mantém a sua cara de sono permanente pelo menos até o meio-dia.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

16. Como resultado, as pessoas estão sempre lhe perguntando por que você está tão bravo.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

7. Hum, porque ainda é muito cedo para se estar de pé, idiotas, tipo, POR QUE VOCÊS ESTÁ TÃO FELIZ?!

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade

18. Você passa o dia contando quantas horas faltam para encontrar seu único amor verdadeiro novamente.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Sua cama, aí está.

19. E sua contagem semanal até a chegada do sono de sábado.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade
Onde é perfeitamente aceitável ficar na cama até o meio-dia.

20. Mas pelo lado positivo, você é super produtivo durante a noite quando todo mundo está dormindo.

20 coisas que as pessoas que odeiam manhãs sabem que são verdade


Fonte: Buzzfeed



Dunga: onde está a Psicologia do Esporte?

Texto de João Ricardo Cozac


O amigo leitor poderá indagar: “ora, goleamos a Seleção dos Estados Unidos e por qual razão esse blogueiro está escrevendo sobre a Psicologia Esportiva?”. Ok, vamos lá!

Apesar dos quase 25 anos estudando, pesquisando, lecionando e atuando com a Psicologia do Esporte, ainda me sinto pregando no deserto. Por sorte (e alegria), alguns colegas começam a engrossar o coro pela valorização da Psicologia Esportiva no futebol.

Não vou comentar a boa vitória sobre a equipe dos Estados Unidos. Até porque, Costa Rica e Estados Unidos não tem equipes que possam ser comparadas, atualmente, com o futebol sul americano. De toda forma, a equipe parece evoluir dentro de campo.

Por outro lado, ouvi agora na tv que o ex-jogador Edmílson está, hoje, com o Dunga e o restante da Comissão Técnica para ser uma espécie de “motivador” (até os “motivadores” estão banalizados). Aliás, a profissão de motivador é aberta a qualquer um que tenha, minimamente, o dom da oratória. E só!

Penso que a Seleção Brasileira, depois do trauma da última Copa, merece um trabalho mais consistente e com tempo suficiente para gerar resultados sólidos. De nada adianta contratar psicólogos 2 semanas antes da Copa. A experiência se mostrou pouquíssimo produtiva. As demandas emocionais não escolhem hora para aparecer.

No módulo de Psicologia do Esporte – no curso de formação para novos treinadores, oferecidos pela CBF, há 5 entrevistas minhas falando sobre a necessidade de se ter um departamento fixo de Psicologia do Esporte para que, a cada convocação, se possa auxiliar na formação de um grupo coeso e participativo – além, claro, de forte emocionalmente.

Na prática, o que vemos é algo totalmente diferente. Ainda existe (e não é pouco) o preconceito que liga o futebol à Psicologia. Treinadores reconhecem a importância dos aspectos psicológicos, mas não abrem espaço para trabalhos a longo prazo – como se faz no futebol alemão, holandês, italiano etc.

Por aqui, ainda tentam “resolver” tudo na base da palestra rápida e sem vínculo algum com as necessidades individuais e coletivas do time . Aquela boleiragem que não leva a lugar algum e só reforça o senso comum – cada vez mais comum.

Imaginem se houvesse um departamento fixo de Psicologia do Esporte, com 2 ou 3 profissionais bem formados na área, com conhecimento amplo sobre o futebol e os traços de personalidade mais comuns e recorrentes dos jogadores. Um departamento que pudesse atuar de forma multi e interdisciplinar com o médico, preparador físico, nutricionista e técnico.

Nesse trabalho, se poderia aferir as relações internas do grupo através de uma análise sociométrica bem realizada – além do levantamento do perfil individual dos atletas – acompanhamento de jogos e treinos – orientação psicológica individual – palestras de motivação realizadas pelo próprio grupo de psicólogos (aí sim, aptos para levar materiais pertinentes às demandas do grupo de jogadores).

Além de todo arsenal psicológico já bem desenvolvido no esporte – há a possibilidade de se atuar com o bifeedback e neurofeedback para controle da ansiedade, gerenciamento da concentração e técnicas de respiração e autorregulação mental.

Aliás, vocês sabiam que os alemães trouxeram para a Copa, aparelhos muito modernos de biofeedback e neurofeedback para dar continuidade ao treinamento iniciado por lá?

Com tudo isso, ligar a televisão e saber que o Edmilson, hoje, e o “representante do ânimo” do grupo, me dá um desânimo sem tamanho.

Será que o Dunga imagina que a Psicologia do Esporte é algo que vai muito além de um “bate papo” com os jogadores antes das partidas? Olho para o Gilmar Rinaldi (diretor de seleções) no banco de reserva e penso a mesma coisa.

Mais uma lição sobre como não aprender com o #eterno7a1

A Psicologia Esportiva precisa vir como PREVENÇÃO e não como “corpo de bombeiros”.

Não será com autoajuda que o futebol brasileiro resgatará sua história!


Fonte: Gazeta Esportiva.

6 hábitos matutinos que vão tornar seu dia muito mais produtivo.

O alarme toca. Você automaticamente pressiona a “soneca”. O alarme toca mais umas duas vezes, sua mãe vem te chamar, até você finalmente acordar e ver que está atrasado para a aula. Você levanta correndo enquanto checa o WhatsApp. Lava o rosto, escova os dentes e faz maratona para vestir as roupas. Engole o café da manhã ainda meio atordoado, enquanto dá uma espiada no Facebook. Sai correndo porta afora para não perder o ônibus. Na aula, se distrai com tudo e fica morrendo de sono… Um saco, né?

Essa rotina é normal para muita gente que acorda cedo. Quando eu estava no colégio, fazia exatamente a mesma coisa: dormia até o último minuto, depois saía correndo para a aula sem nem saber que dia era. Mas, depois de alguns anos, comecei a perceber a importância de acordar bem, isto é, reservar algum tempo pela manhã para dar ao seu corpo a chance de despertar completamente e ficar disposto para enfrentar o resto do dia. Sei que é quase impossível pensar em perder quaisquer minutos de sono, mas pode acreditar: mudar alguns hábitos na sua manhã pode melhorar o seu dia em 1000%, aumentando até mesmo a sua concentração e capacidade de estudar.

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Esse é você acordando…

Dê uma olhada nas dicas:

1) Pare de abusar da “soneca”

Eu sei, é irresistível. Não apertar aquele botão mágico que te deixa dormir mais um pouco é quase impossível. De acordo com a Fundação Nacional do Sono dos EUA, cerca de 1/3 dos americanos dizem que dormem menos do que precisam para funcionar bem. Com isso, o amado botão “soneca” é o salvador que garante mais uns 20 minutinhos de sono… ou isso é o que pensamos. Uma pesquisa de um hospital de Nova York comprovou que essa funcionalidade do celular é muito mais vilã do que mocinha, porque ela nos interrompe bem no meio de um ciclo do sono. O efeito de uma boa noite de descanso no organismo pode ser cortado através da “soneca”, porque voltamos a dormir, apenas para sermos despertados bruscamente alguns minutos depois. Isso provoca um choque de cansaço logo no início da manhã, causando aquela sensação de estar zonzo quando saímos das cobertas.

Por isso, a primeira coisa que você deve fazer é interromper o hábito de “só mais 10 minutinhos”. Se precisar, coloque o celular a uma distância suficiente para que você tenha que levantar da cama para desligar o alarme – então, você já vai ter levantado e pode resistir mais facilmente a dormir mais um pouquinho.

2) Não cheque as notificações do celular

Você pega o celular para desligar o despertador, e lá está: 10 notificações do WhatsApp, duas do Facebook, três e-mails novos, cinco mensagens… Ufa! É coisa demais para o seu cérebro recém-despertado lidar. A única coisa que acordar e ir direto para o celular faz é aumentar seus níveis de estresse e te fazer pensar em tudo que você tem que fazer antes mesmo de você ter tempo de lavar o rosto.

É claro que isso é mais fácil de falar do que fazer, afinal, como eu disse, a maioria das pessoas usa o celular como despertador. Mas é mais do que justo que você se conceda pelo menos alguns minutos de paz dentro da sua própria cabeça antes de partir para a agitação do dia. E a solução é muito, muito simples: compre um relógio-despertador (um item muito barato que você encontra em qualquer loja de bugigangas) simples e deixe o celular longe de você.

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Esse é você durante o resto do dia: “Eu quero casar com a minha cama”

3) Tire alguns minutos para se espreguiçar

Agora que você resistiu à tentação de apertar o botão da soneca, deixou o celular bem longe de você e ainda não teve tempo de entrar na agitação costumeira da rotina corrida, reserve alguns minutinhos para se espreguiçar. É isso mesmo: espreguiçar, uma das coisas mais básicas depois de acordar que vamos deixando de lado com a pressa. Esticar os braços, as pernas e rolar na cama enquanto acorda é instintivo e muito prazeroso, servindo para lembrar ao seu corpo que é hora de levantar. Depois que você termina, já se sente automaticamente mais desperto e relaxado. Muito melhor do que pular da cama assustado, já enfiando a caneca de café na boca, certo?

4) Tome banho e coma com calma

Agora que você levantou (com mais disposição, esperamos!), reserve alguns minutos para o banho e mais alguns para o café da manhã. Nada de fazer as coisas correndo: tome o café com calma, de preferência deixando o celular de lado por um tempo e se concentrando na comida. Faça cada atividade no seu tempo determinado, com tranquilidade. Durante a manhã, manter a calma nas atividades é essencial para aquilo que já mencionamos lá em cima: dar a oportunidade para o corpo acordar no seu tempo. Além disso, outro macete bacana para as manhãs é tomar bastante água, porque depois de tantas horas dormindo, o corpo já começa a exigir mais hidratação. Um bom copo antes mesmo do café da manhã vai renovar sua disposição.

5) Defina suas melhores horas
Todo mundo tem algum momento do dia em que se sente mais concentrado. De acordo com o psicólogo americano Dan Ariely, autor do livro Previsivelmente irracional, temos entre 2h a 2h30 de pico de produtividade por dia, período no qual você pode ser até 30% mais eficiente nas suas tarefas. Segundo ele, para a maioria das pessoas, essas horinhas preciosas acontecem entre 1h e 2h depois que você acordou. Assim, se você levanta todo dia às 7h, é provável que suas horas mágicas comecem em torno de 8h30 ou 9h.

É claro que isso não é uma regra. Eu, por exemplo, não funciono nada bem pela manhã (aposto que alguns de vocês, leitores, também). Mas sei bem que meus melhores horários costumam ser à tarde ou à noite, ou seja, o período de horas em que eu mais consigo fazer coisas eficientemente. O segredo é você encontrar quais horas são essas, no seu organismo, e investir nelas. Aí, sim, você vai poder montar um esquema como vou explicar no próximo tópico.

6) Monte um plano com três tarefas importantes para o dia

Tanto esse item quanto o anterior não precisam necessariamente ser feitos durante a manhã, quando você está acordando. Você pode refletir sobre eles e ver o melhor jeito de aplicá-los na sua rotina, dependendo do horário em que você acorda e quando exatamente é o seu pico de produtividade. O importante é deixar definido na mente as tarefas mais importantes que você deve dar atenção durante o dia que está começando, e qual horário é melhor para realizar cada uma. Lembre-se que não estou falando de muitas tarefas; são, no máximo, três, porque não adianta encher o seu calendário e não conseguir fazer nem metade.

Por exemplo: amanhã, você definiu que vai 1) terminar a lista de exercícios de Física; 2) fazer uma redação; 3) ler 3 capítulos de uma das obras obrigatórias. Digamos que as suas horas mais produtivas sejam à tarde, entre 14h e 16h. Supondo que você esteja precisando treinar sua escrita, uma solução é deixar para fazer a redação às 14h, quando você estará mais concentrado, e passe a lista de Física para outro horário anterior. A leitura do livro pode ficar para depois da redação.

E aí, o que achou? Qual dica ajudou mais? Tem alguma sugestão de macetes para melhorar a produtividade durante o dia? Conte para nós.
 

Fonte : Guia do Estudante.